Revendedor autorizado de Ledger e Trezor teve casa roubada em São Paulo

Prejuízo ultrapassa os R$ 100mil (Foto: Shutterstock)

Ladrões invadiram a residência de Jefferson Rondolfo, CEO da KriptoBR, na madrugada deste sábado (29) e furtaram várias carteiras físicas de criptomoedas da Ledger Nano S e Trezor T.

Rondolfo, que é revendedor autorizado dos dispositivos no Brasil, foi às redes sociais informar o ocorrido.

“Prezados, na madrugada de hoje, 29/12/2018, minha casa foi furtada, não estávamos nela. Mas uma boa parte do meu lote de Trezor T e Ledger Nano S foram ROUBADOS. Peço que, por favor, não alimentem o crime e repassem a mim caso vejam algo suspeito (valores abaixo do mercado, sem procedência, etc). Número de série da Trezor T: Batch Number 300-8730 26-2018. Não há número de série das Ledgers Nano S”.

Segundo Rondolfo, foram levadas 150 Ledger e 35 Trezor de sua residência que fica no bairro Butantã, em São Paulo, nas proximidades da Universidade de São Paulo (USP).

No entanto, ele disse que isso não vai atrapalhar as vendas, pois a outra parte do estoque está segura.

“Só não levaram tudo porque elas ficam espalhadas por várias localidades”, disse o empresário ao Portal do Bitcoin via Whatsapp.

Ele contou que estava no interior de São Paulo, havia 10 dias, quando recebeu uma ligação da imobiliária — a administradora de imóveis havia sido acionada por moradores do bairro.

Os vizinhos de Rondolfo ligaram para a polícia logo pela manhã, informando que o cadeado estava estourado e havia sinais de arrombamento em duas janelas.

Assim que soube, Rondolfo retornou de viagem e encontrou sua casa praticamente vazia, pouca coisa havia sobrado. Os ladrões “só deixaram os móveis”, disse ele.

O prejuízo total, segundo o empresário, ainda não foi calculado. Só de Ledger e Trezor ele perdeu R$ 90 mil. No entanto, outros itens furtados, como jóias, relógios, celular, TV e roupas, devem aumentar muito o dano.

“Eu posso recuperar tudo trabalhando, mas sabe o que mais me dói? Infelizmente eu jamais irei recuperar a maior recordação que eu tinha do meu pai que acabou de falecer, os relógios dele. Isso sim dói e muito. To arrasado, sem chão”, desabafou o empresário no Facebook.

À reportagem, ele disse que imediatamente procurou o 14º DP de Pinheiros, mas não conseguiu fazer o Boletim de Ocorrência e deve retornar à delegacia ainda neste domingo (30).

Jefferson Rondolfo teve o primeiro contato com as criptomoedas quando esteve nos Estados Unidos em 2011 e se encontrou com uns amigos americanos que faziam mineração.

Formado em Sistemas de Informação, Rondolfo trabalhou em uma Software House por 16 anos, antes de acreditar no novo mercado e fundar a KriptoBR em agosto de 2017.


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