Facebook vai cobrar US$ 10 milhões para “masternodes” de sua criptomoeda

(Foto: Shutterstock)

De acordo com uma reportagem da The Information, o Facebook estaria criando uma fundação independente para administrar a sua criptomoeda.

Com planejamento de licenciar o direito de operar os nodes de sua criptomoeda, o Facebook está entrando em contato com diversas instituições financeiras e empresas de tecnologia para contribuírem com capital para a fundação e administração da rede.

De acordo com as fontes da The Information, o Facebook cobra das empresas US$ 10 milhões cada. Os operadores de nodes (uma espécie de masternodes) também poderão enviar um representante para a fundação.

O Facebook espera lançar sua rede com 100 nodes, gerando US$ 1 bilhão em taxas de licenciamento e usar essas taxas

A empresa então planeja usar essas taxas para apoiar sua criptomoeda com uma cesta de moedas e títulos de baixo risco de diferentes países.

A criptomoeda deve se chamar GlobalCoin

Em maio, a BBC deu uma matéria informando que o Facebook vem chamando a sua criptomoeda de “GlobalCoin” e já quer começar a testa-la até o final deste ano em pelo menos 12 países.

De acordo com a BBC, o Facebook quer uma criptomoeda que seja usada por todos, com uma preocupação maior pelos desbancarizados.

A empresa pretende trabalhar com bancos e intermediários para permitir que os usuários convertam moedas fiduciárias em GlobalCoins e, assim, realizem transferências e façam compras online.

Se tudo der certo, o Facebook, que é dono do WhatsApp e do Instagram, pode quebrar barreiras financeiras, competindo com os bancos e reduzindo os custos do consumidor.


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