Exchange criada pela XP inicia negociação de Bitcoin Cash, Ripple, Litecoin, Dash e Zcash

A plataforma conta agora com sete criptomoedas para negociação (Foto: Shutterstock)

A XDEX, corretora brasileira de criptomoedas criada pela XP Investimentos, expandiu seu portfólio de criptomoedas, conforme uma mensagem via email enviada a seus clientes nesta segunda-feira (07).

A plataforma, que até então negociava apenas Bitcoin e Ethereum, agora também passa a oferecer a possibilidade de negociar Litecoin, Ripple, Bitcoin Cash, Dash e Zcash.

A corretora também anunciou novas funcionalidades em sua plataforma, no caso para o modo de negociação básico, usado mais por iniciantes no mercado — ao selecionar a criptomoeda no topo da página, o usuário já vai visualizar o livro de ofertas para compra e venda.

Página de negociação da corretora (Fonte: XDEX)

O site da XDEX foi ao ar pela primeira vez em 08 de outubro do ano passado, mas passou a ficar disponível  para seus clientes somente no final daquele mês.

Os primeiros usuários que haviam feito um cadastro prévio receberam um email da empresa avisando que podiam se logar.

Como foi estabelecido desde o início, a corretora não permite a transferência de bitcoins comprados na plataforma para uma carteira individual.

Diz o texto oficial:

“Não são permitidos depósitos, resgates e/ou transferências de ativos digitais/criptomoedas de e para uma carteira virtual (E-wallet) por meio da plataforma XDEX. Os depósitos/resgates e/ou transferências serão efetuados apenas em reais, sendo obrigatório a venda do ativo digital para a efetivação do resgate em reais”.

Lançamento da XDEX

Embora o mercado já soubesse dos planos da empresa desde o início do ano, o anúncio da corretora de criptomoedas foi feito somente no final de setembro no evento Expert 2018.

Na ocasião, o presidente da empresa, Guilherme Benchimol, não pareceu simpático ou convencido do projeto. “É um tema que, confesso eu, era melhor que não existisse”, disse para centenas de pessoas.

Mas quando ele comparou os números, viu que não havia alternativa:

“Hoje existem três milhões de brasileiros que possuem exposição a Bitcoin no Brasil e 500 mil pessoas que investem em ações. Então, olhem a discrepância. A gente se sentiu na obrigação de avançar neste mercado”, disse, na ocasião, Benchimol.


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