“É quase impossível o Bitcoin não atingir US$ 10 mil até o final do ano”, diz bilionário americano

(Foto: Shutterstock)

O bilionário investidor americano Mike Novogratz, ex-gerente de fundos hedge e hoje CEO do banco de criptomoedas Galaxy Digital, disse em entrevista ao Fast Money da CNBC que é quase impossível o Bitcoin não atingir US$ 10 mil até o final do ano.

Muitos defensores do mercado de criptomoedas têm afirmado que a nova economia está à beira de seu próximo ciclo de crescimento exponencial, pensamento que Novogratz já tem compartilhado há muito tempo.

Novogratz chamou a atenção para o fato de que as instituições ainda estão “lentamente se preparando para estar neste mercado” e que são estas prováveis adoções que vão ‘empurrar’ o Bitcoin para cima.

Ele lembrou que ainda há uma quantidade significativa de projetos adormecidos que quando vierem a ser executados vão causar grande impacto positivo no mercado de criptomoedas.

Ele citou o ICO do Telegram como exemplo, que arrecadou US$ 1,7 bilhão, cujo projeto pode estar sendo executado silenciosamente.

Além disso, o CEO da Galaxy Digital explicou que instituições financeiras como Goldman Sachs e ICE (Intercontinental Exchange) têm se mobilizado em projetos disruptivos para facilitar a adoção global de criptomoedas, reportou sobre o assunto o News BTC.

“É também um mercado em alta nas instituições que estão construindo infraestruturas necessárias para que os investidores possam começar a investir neste mercado [de criptomoedas]… Eu acho que dentro de três a seis meses haverá um sinal bem claro dessas grandes instituições e de grandes fundos para que as pessoas invistam no novo mercado”, avaliou Novogratz.

Falando da previsão de 30% de alta do bitcoin até o final do ano, o investidor, que ficou famoso por ter 20% de seu patrimônio em criptomoedas, destacou que ainda existem resistências importantes, como US$ 6.800 e US$ 8.800 para que o criptoativo alcance os US$ 10.000.

FOMO

Novogratz disse que teve conhecimento, sem citar o nome, que “um player dos mais influentes do mundo” fez investimento em um “fundo Bitcoin” e que quando isso vier à tona oficialmente, a notícia pode desencadear um FOMO (sigla em inglês para ‘medo de perder’) institucional, na mesma proporção do ano passado, quando o Bitcoin quase alcançou os US$ 20 mil.

Sobre o Bitcoin, particularmente, o empresário disse que a maior das criptomoedas é a ‘queridinha’ das instituições porque já provou ser uma grande reserva de valor e com maiores recursos que o próprio ouro.

Recentemente, Novogratz também comparou o clima atual das ações de cannabis com o Bitcoin e o Ethereum em 2017. O empresário está otimista sobre o setor a longo prazo e previu:

“Os preços das ações de maconha hoje parecem o bitcoin e ethereum em dezembro do ano passado”, prevendo que o mercado cresça “com relativa rapidez”, reportou a CNBC.

Ultimamente, referências à “cannabis” em artigos e notícias representaram quase o dobro das menções às criptomoedas, mostrando uma nova onda de investimentos em empresas do setor, conforme publicação do Época Negócios.

O site também lembrou que há cinco anos, apenas dois países havia legalizado a venda da maconha, seja para fins medicinais ou recreativo e que hoje esse número cresceu para 27. Isso, consequentemente, aumenta o potencial de mercado das empresas do setor.

Foi o que aconteceu com os criadores da Tilray Inc. (cuja sigla da ação é TLRY na NASDAQ). Brendan Kennedy, Michael Blue e Christian Groh se tornaram os mais novos bilionários do mundo com a companhia de maconha medicinal canadense que hoje vale US$ 21 bilhões.


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