e-juno: Como funciona uma corretora brasileira de criptomoedas voltada para o cliente

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Tela principal no escritório da ejuno (Foto: Portal do Bitcoin/Branded Content)

“Entendemos as necessidades dos clientes e desenvolvemos nossa empresa para ajudá-lo no dia-a-dia”. É assim que Wanderson Gloor, responsável pela área de costumer care e marketing da corretora de criptomoedas e-juno, define um dos maiores diferenciais da empresa.

Antes de entrar no concorrido mercado de exchanges, a startup fez um estudo com mais de duas mil reclamações no site Reclame Aqui para entender o que o cliente do segmento mais desejava e não deixá-lo na mão.

Isso se traduziu em uma série de melhorias concretas: os depósitos são feitos por robôs que rodam o sistema da plataforma a cada 30 minutos. Ou seja: um TED cai na conta da e-juno e em até 30 minutos já está na conta do cliente. Os saques são realizados no mesmo dia.

Além disso, o atendimento é feito 365 dias por ano, incluindo finais de semana e feriados. “O suporte de uma exchange precisa ser bastante interativo e ágil. A pessoa do outro lado da linha precisa de ajuda naquele momento”, diz Gloor.

Para o futuro próximo, um sistema no qual o usuário pode compartilhar a tela com o suporte será lançado.

Tempo de garagem

“A gente estruturou tudo para começar de uma forma consistente”, afirma o CEO da e-juno, Diego Velasques. “Não adianta ir para o mercado bombando e não conseguir atender ninguém. É a declaração de morte para uma empresa”.

No comando da operação, Velasques vem de uma experiência de oito anos no mercado financeiro tradicional. Em 2015, porém, tudo mudou. Foi quando ele teve o primeiro contato com criptomoedas.

Diego Velasques, trader e CEO da e-juno

“O que me pegou foi a volatilidade e o que a tecnologia pode representar no futuro. Você tira o poder de uma pessoa e distribui igualitariamente aos usuários”, lembra.

Desde então passou a operar fulltime com a nova tecnologia, deu aulas sobre criptoeconomia e trade de criptomoedas na PUC-SP e fundou a e-juno.

O CEO não se preocupa com o período de baixa no mercado. “É bom para testar os processos. Tivemos dois anos de tempo de garagem para desenvolver a tecnologia. Nos testes, conseguimos 80 mil transações por segundo na plataforma”.

O sistema próprio

O desenvolvimento do sistema da exchange ficou a cargo de Jeferson Martin, co-fundador e CIO da empresa. Martin, que é PhD em informática pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e trabalhou por mais de 15 anos na Bovespa, comandou uma equipe de 12 desenvolvedores para erguer do zero a plataforma.

O objetivo era ser independente de terceiros. Isto é: a evolução do sistema pode ser acompanhada “dentro de casa” e os feedbacks dos próprios usuários podem ser implementados.

E foi ouvindo os clientes que Martin começou a desenvolver o sistema para possibilitar a customização do layout — seja uma mudança de cor, seja permitir a configuração de uma interface de acordo com as necessidades de cada um.

“Também temos foco fortíssimo na segurança”, afirma Martin. A e-juno contratou uma empresa americana que faz ‘ataques’ à plataforma sete dias por semana, 24 horas por dia. O objetivo é monitorar qualquer possível exposição e garantir a segurança total tanto aos dados quanto ao capital.

Cadastro fácil

Na e-juno, qualquer pessoas pode entrar na plataforma com um investimento a partir de R$ 5. Conforme a empresa, o prazo máximo para a aprovação de um cadastro na plataforma é de três dias, embora a maior parte seja feito em menos 30 minutos.

A primeira fase é fazer o cadastro clicando aqui. Essa é a chamada fase 1. A conta é ativada com a confirmação do email que a própria plataforma manda. A fase 2 é fazer o login e subir os documentos solicitados. Então, o sistema avalia a validade dos dados e checa, por exemplo, se o nome do cliente não está com o nome na Interpol (Polícia internacional). Isso é feito para evitar problemas no futuro.

Para conhecer mais da corretora acesse: https://www.e-juno.com.br/home