Coinbase, a maior corretora dos Estados Unidos, estuda listar Ripple e outras 29 criptomoedas

Ripple envia R$ 3 bilhões em 4 segundos e gasta menos de 1 centavo em taxa
(Foto: Shutterstock)

A Coinbase, uma das maiores bolsas de criptomoedas do mundo, deixou de lado o perfil conservador e estuda incluir 30 novos tokens em sua rede.

De acordo com uma publicação no blog da empresa na sexta-feira (07), a Coinbase, que mantém suas rédeas principalmente porque opera nos EUA sob o olhar atento da SEC, disse que está considerando listar o XRP da Ripple, a EOS, Stellar (XLM) e Cardano (ADA), além dos seguintes tokens:

Aeternity (AE), Aragon (ANT), Bread Wallet (BRD), Civic (CVC), (DAI), district0x (DNT), EnjinCoin (ENJ), Golem Network (GNT), IOST (IOST), Kin (KIN), Kyber Network (KNC), ChainLink (LINK), Loom Network (LOOM), Loopring (LRC), Decentraland (MANA), Mainframe (MFT), Maker (MKR), NEO (NEO), OmiseGo (OMG), Po.et (POE), QuarkChain (QKC), Augur (REP), Request Network (REQ), Status (SNT), Storj (STORJ), Tezos (XTZ), e Zilliqa (ZIL).

No mesmo dia do anúncio, a exchange já havia efetivado o suporte para os tokens CVC, DNT, LOOM e MANA, conforme outro comunicado. No entanto, a empresa deixou claro que todas essas criptomoedas da lista estão sob análise.

“A adição de novos ativos requer um trabalho significativo de exploração do ponto de vista técnico e de conformidade, e não podemos garantir que todos os ativos que estamos avaliando sejam listados para negociação”, disse.

Esta análise diz respeito a tokens cujos projetos são questionáveis, visto que a Coinbase possui a experiência com criptomoedas de ponta no mercado, como Bitcoin (BTC), Ether (ETH) e Litecoin (LTC).

Outro ponto destacado na nota, é que para cumprir as leis americanas, a Coinbase estuda introduzir alguns tokens em cada estado nos EUA.

Isso torna fácil argumentar que a Coinbase está ampliando a quantidade de criptomoedas da plataforma para aumentar os volumes potenciais e, por sua vez, sua receita, disse o Techcrunch.

Contudo, não se pode ignorar que há tempos a empresa estuda ampliar o suporte de criptomoedas.

Defensores da Coinbase, no entanto, vão argumentar que uma seleção maior já fazia parte do plano.

Foi o que falou Brian Armstrong, CEO da empresa, durante sua participação na conferência ‘TechCrunch Disrupt’ no início de setembro deste ano.

Ele disse que futuramente a Coinbase seria como a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), com “provavelmente” milhões de tokens em seu portfólio.

“Sentimos que uma grande parte de um subconjunto desses tokens se tornarão valores mobiliários. Nossa abordagem sempre foi ser a mais confiável [exchange] e a mais fácil de usar. Por isso, queremos ser um lugar onde você pode começar a negociar esses tokens classificados como valores mobiliários em um lugar agradável”.


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